Indisputable Evidence the Shroud of Turin is Real
Um vídeo explicativo bem produzido, com pesquisadores da Othonia Inc. e o Dr. August Accetta. Trata de pólen, poeira, do tecido e sobretudo das manchas de sangue, enfrenta diretamente a datação por carbono de 1988 e termina com o negativo, o resultado 3D, a camada de 0,2 mícron e os lasers da ENEA. A seu favor, encerra dizendo que o Sudário não pode provar a ressurreição.
- 14:12Se sustenta
A equipe de 1978 não encontrou pigmentos, tintas ou corantes formando a imagem, nem nenhum modo conhecido de como ela foi feita.
- 14:25Se sustenta
A imagem tem só cerca de 0,2 mícron de profundidade, nas fibras mais externas.
- 12:49Se sustenta
O negativo de Secondo Pia, de 1898, mostrou um rosto realista.
- 13:36Contestado
O VP-8 transformou a imagem num relevo 3D limpo, ao contrário das fotos comuns.
- 14:53Se sustenta
A ENEA passou anos colorindo linho com lasers ultravioleta e estimou 34 trilhões de watts para um corpo inteiro.
- 03:11Errado ou exagerado
Quase 700 marcas de flagelo.
- 00:31Contestado
Pólen de plantas encontradas só nos arredores de Israel.
- 00:45Contestado
Poeira de calcário correspondente à de Jerusalém.
- 05:34Errado ou exagerado
O corpo ficou no pano de 36 a 40 horas.
- 10:59Contestado
O canto datado continha algodão e era um remendo medieval.
- 11:26Errado ou exagerado
Os três laboratórios descartaram os seus dados depois da liberação de 2017.
- 11:41Errado ou exagerado
A Archaeometry é a revista do Museu Britânico.
- 12:06Contestado
Cinco outros métodos datam o pano, todos, do século I.
- 02:15Se sustenta
Um arqueólogo concluiu que as mortalhas da Judeia eram simples e muitas vezes feitas de tiras, ao contrário do Sudário.